Perguntas Frequentes
PESO

3. Existem crianças mais propensas à obesidade? Os mais magrinhos não correm riscos no futuro?

É importante que os pais saibam que a alimentação equilibrada deve valer para todas as crianças, independente se elas são gordinhas ou não. O desnutrido de hoje pode ser o obeso de amanhã. Muitos bebês são superalimentados quando pequenos para satisfazer os anseios dos pais que acreditam que bebê bonito e saudável é aquele cheio de dobrinhas. Mamadeiras enriquecidas com farinhas, alimentação de duas em duas horas, beliscos frequentes, entre outros fatores faz com que a criança superalimentada cresça numa proporção maior que os sabidamente nutridos, aumentando sua camada muscular e gordurosa em proporções exuberantes. Enquanto a criança é pequena e "fofinha" a família está feliz, mas a partir dos 8-9 anos as cobranças para um corpo mais magro começam, e a criança bonitinha e "fofinha" de antigamente passa a ser considerada o (a) gorda (a) da família. O ideal é que a criança não entre na adolescência acima do peso. Estudos mostram que quando isso acontece ela tem 70% de chance de se tornar um adulto gordo. Importante lembrar também que filhos de pais obesos são mais propensos a desenvolver o problema. Quando um dos pais é obeso, a criança tem 50% de chance de ter o problema, e quando os dois pais são obesos a probabilidade sobe para 80%. Outro aspecto importante que não deve ser deixado de lado é a inatividade física. Criança que não brinca, não corre, não faz exercícios e fica grande parte do dia em frente da TV e do computador, tem mais chances de ser obesa, assim como aquela que nasceu com peso muito acima da média ou ganhou muito peso no primeiro ano de vida.

 

VOLTAR