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Menopausa » Mais Informações Apesar dos benefícios da TH, estudos estimam que somente 10% a 35% das mulheres na pós menopausa fazem uso desta terapia e metade daquelas que iniciam a TH interrompem o tratamento no período de um ano. As causas mais citadas são sangramento irregular, medo de câncer ou doença tromboembólica e ganho de peso. Um estudo recente (Climateric, 2008) com 230 participantes mostrou que 70% das mulheres que optaram por tratamentos alternativos no climatério ao invés da TH, o fizeram por medo do desenvolvimento do câncer. Após a publicação do estudo WHI muitos médicos passaram a reconsiderar o uso da TH para alívio dos sintomas vasomotores. O número de prescrições nos EUA diminuiu de 91 milhões em 2001, para 57 milhões em 2003. Um estudo realizado com ginecologistas no estado de São Paulo (Maturitas, 2007) mostrou que a prescrição de TH decresceu em 25,2% e que aproximadamente 46% dos ginecologistas começaram a prescrever isoflavonas, tranqüilizantes e outras alternativas naturais para os sintomas do climatério. Por isso, é cada vez mais crescente a procura por terapias alternativas e não hormonais, tanto no Brasil quanto no mundo. Estima-se que mais da metade das mulheres americanas, por exemplo, procuram algum tipo de tratamento alternativo para seus problemas relacionados à menopausa. Dentre as opções, a soja e suas isoflavonas é um dos tratamentos alternativos mais procurados e estudados. No entanto, estudos demonstram resultados controversos que impedem o conhecimento real da utilização dessa terapia alternativa, embora na prática, muitas mulheres estejam trocando a TH pela reposição com soja. Veja também: Referências Rossouw JE, Anderson GL, Prentice RL, LaCroix AZ, Kooperberg C, Stefanick ML, et al. Risks and benefits of estrogen plus progestin in health postmenopausal women: principal results from the Women´s Health Initiative Randomized Controlled Trial. JAMA. 2002; 288(3):321-33 Lazar JRF, Costa Paiva LHS, Morais SS, Pedro AO, Pinto Neto AM. The attitude of gynecologists in Sao Paulo, Brazil 3 years after the Women´s Health initiative study. Maturitas 2007; 56(2):129-4
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